Escultura "Urna Ancestral Maracá" – Por Ezequiele Lima
Descrição:
Uma imersão profunda nas raízes da Amazônia antiga. Esta peça, assinada pela artista Ezequiele Lima, é uma representação contemporânea das famosas Urnas Funerárias Antropomorfas da Cultura Maracá. Originalmente encontradas em grutas e cemitérios arqueológicos no sudeste do estado do Amapá, essas urnas são um dos maiores tesouros do patrimônio histórico brasileiro.
A escultura retrata a figura humana em uma pose cerimonial clássica — sentada sobre um banco de dois pés (que simboliza status e poder), com os braços apoiados nos joelhos. O acabamento em cerâmica apresenta uma pátina envelhecida e texturizada, que evoca a passagem do tempo e o mistério das escavações. O detalhe vibrante da pintura facial em vermelho, característico dos rituais fúnebres Maracá, traz vida e uma presença imponente à obra.
Sobre a Cultura Maracá:
Os povos Maracá habitaram a região do Amapá entre os séculos XV e XVIII. Sua arte fúnebre é mundialmente reconhecida pela sofisticação: as urnas eram desenhadas para representar o morto em uma posição de repouso ou meditação, servindo como recipientes sagrados para a passagem ao mundo espiritual.
Destaques:
Arte Arqueológica Contemporânea: Reinterpretação fiel das urnas funerárias do Amapá, assinada por Ezequiele Lima (peça datada de2024). Simbolismo de Poder: A figura sentada sobre o banco indica uma representação de nobreza ou liderança ancestral.
Detalhes Manuais: Entalhes que representam adornos corporais e uma pintura ritualística marcante em tons de terracota e carmim.
Presença Escultural: Uma peça de forte carga cultural e estética, ideal para colecionadores e amantes da história do Brasil.
Materialidade Orgânica: Cerâmica com acabamento fosco e rústico, preservando a essência da terra.
Sugestão de uso:
Esta é uma peça que exige protagonismo. Fica magnífica em uma estante de livros de arte, em um aparador de entrada ou como centro de uma mesa de escritório, onde sua história possa ser contada e apreciada. É o item perfeito para quem busca decorar com propósito, honrando as civilizações indígenas que moldaram a identidade da Amazônia.